sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
uma história sobre religião
Certa vez, não sei por que raios, o destino quis me mandar para uma cidade grande. Tirou-me do meu conforto, da linha de vida de todos os cidadãos em crescimento da minha cidade e me levou para uma capital. Foi lá que eu coloquei na minha cabeça que eu ia estudar em uma faculdade federal, custe o que custasse. Mas não é sobre isso que a história se trata.
Antes de estudar na universidade que eu estudo agora, eu estudei um semestre em outra. Era um campus pequeno, em uma cidade que é quase um distrito aqui da capital. Quando cheguei no primeiro dia, todos pareciam legais, mas o que me assustou foi que todos pareciam pessoas do interior, mesmo somente eu, sendo do dito cujo.
Pois bem, não é sobre isso também que a história se trata. Eu sou uma pessoa que estudei em colégio de freiras, fui a várias missas e celebrações cristãs na minha vida e mesmo assim, não consegui me tornar muito religiosa. Eu meio que não acredito em nada e acredito em tudo ao mesmo tempo. E foi nessa faculdade, que eu percebi que todo mundo era de alguma religião e ia na missa, ou na celebração tipica de sua igreja toda a semana. Me senti mal, alias, um lixo quando percebi isso. Jurei que minha família tinha me criado errado, pois eu não era apegada a nada depois de adulta.
Nem comentei sobre eu ser "descrente" com os meus colegas mas, ao longo da convivência percebi algumas atitudes que me incomodaram.
Deus queira que nenhum deles leia isso e se identifique mas, é difícil guardar para si mesma esse tipo de coisa, até por que, com a minha memória, eu iria esquece-la e eu pretendo contar para meus futuros filhos sobre isso.
Um dia como outro qualquer eu voltei na faculdade ao qual eu expliquei anteriormente, fui visitar, meu melhor amigo estudava lá ainda, então nos sentamos em uma mesa na cantina para jogar conversa fora.
Ao longo das horas, percebi que incansavelmente todos na mesa só sabiam falar mal dos ausentes. Me incomodei um pouco com aquilo, eu sei, falando assim parece que sou uma santa, mas não sou não. Também falo mal de quem eu não gosto, o que me incomodou foi falarem mal de todo mundo. Alias, eu já tava com a certeza que na minha ausência, falavam mal de mim também.
Foi ai que eu parei, bloqueei meus ouvidos como aquelas cenas de filmes e tive um dialogo bem sério comigo mesma:
- É sério que você se sentiu culpada por não crer em nada? E esse pessoal ao seu redor que acreditam em milhares de coisas e não pregam nada? Quem Deus prefere?
Antes de estudar na universidade que eu estudo agora, eu estudei um semestre em outra. Era um campus pequeno, em uma cidade que é quase um distrito aqui da capital. Quando cheguei no primeiro dia, todos pareciam legais, mas o que me assustou foi que todos pareciam pessoas do interior, mesmo somente eu, sendo do dito cujo.
Pois bem, não é sobre isso também que a história se trata. Eu sou uma pessoa que estudei em colégio de freiras, fui a várias missas e celebrações cristãs na minha vida e mesmo assim, não consegui me tornar muito religiosa. Eu meio que não acredito em nada e acredito em tudo ao mesmo tempo. E foi nessa faculdade, que eu percebi que todo mundo era de alguma religião e ia na missa, ou na celebração tipica de sua igreja toda a semana. Me senti mal, alias, um lixo quando percebi isso. Jurei que minha família tinha me criado errado, pois eu não era apegada a nada depois de adulta.
Nem comentei sobre eu ser "descrente" com os meus colegas mas, ao longo da convivência percebi algumas atitudes que me incomodaram.
Deus queira que nenhum deles leia isso e se identifique mas, é difícil guardar para si mesma esse tipo de coisa, até por que, com a minha memória, eu iria esquece-la e eu pretendo contar para meus futuros filhos sobre isso.
Um dia como outro qualquer eu voltei na faculdade ao qual eu expliquei anteriormente, fui visitar, meu melhor amigo estudava lá ainda, então nos sentamos em uma mesa na cantina para jogar conversa fora.
Ao longo das horas, percebi que incansavelmente todos na mesa só sabiam falar mal dos ausentes. Me incomodei um pouco com aquilo, eu sei, falando assim parece que sou uma santa, mas não sou não. Também falo mal de quem eu não gosto, o que me incomodou foi falarem mal de todo mundo. Alias, eu já tava com a certeza que na minha ausência, falavam mal de mim também.
Foi ai que eu parei, bloqueei meus ouvidos como aquelas cenas de filmes e tive um dialogo bem sério comigo mesma:
- É sério que você se sentiu culpada por não crer em nada? E esse pessoal ao seu redor que acreditam em milhares de coisas e não pregam nada? Quem Deus prefere?
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