
“— É que quando as coisas tem que acontecer, elas acontecem, você entende? Disse ela de repente. Talvez ela falasse sobre nós, não sei ao certo, ela era, ainda, como um doce mistério que eu pretendia desvendar. — Depois dos espaços vazios, das pessoas que aparecem na história, quando tem que ser, sempre é. Continuou ela, olhando pro céu, como se não falasse comigo, e sim com as estrelas. — Nós? Disse eu com a voz trêmula. — É, nós vamos acontecer ainda. E me abriu um enorme sorriso.”
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