Eu cai em uma depressão profunda quando mudei de cidade e quando vi essa frase achei que o filme ia ser minha história de vida. Bem, não foi mas, isso não deixa o filme menos excelente.
A história é simples mas que foi aplicada da forma menos clichê de todas, o cinema da cheio de adolescentes excluído que fazem amizades na escola. Essas amizades eram diferentes, a essência era diferente, o primeiro amor era diferente.
Uma das coisas mas especiais que o filme retrata é como o protagonista, Charlie, é especial. Digo, no bom modo, ele é educado, tem bom gosto musical e é bonito, mas a falta de confiança nunca o fez se destacar. Nessa parte, particularmente, eu não me identifico muito. Meus amigos sempre me disseram que eu nasci para liderar e ser notada, mas eu penso em todas as pessoas no mundo que tem mesma história do Charlie, viram o filme e de repente agora estão fazendo algo para mudar. Não sei, é mais uma dessas teorias que eu tenho que nem eu mesma acredito direito.
Entre os principais também está a Sam, uma menina que não sabe valorizar que merece e seu meio irmão, Parick, que é interpretado por que ninguém mais, ninguém menos, que Ezra Miller. Ezra é um dos meus atores atuais preferidos, é um fofo e o personagem dele também transmite uma lição muito importante no filme: Quem quer mesmo dá um jeito, quem não quer arranja uma desculpa.
Enfim, sem mais delongas, super indico o filme, esta na lista dos meus favoritos, e por ultimo, uma frase marcante do Charlie e que eu só conseguir entender a essência dela depois de ver o filme:
"A gente só aceita o amor que acha que merece."

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